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quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Meus lábios secam sem os teus
É insuportável esse deserto
Só quando junto minha boca na tua,
Meu corpo no teu corpo,
Minha carne na tua carne,
Minha pele na tua pele
É que consigo matar essa sede e seca

Pra sempre quero inundar-me em ti
Afogar-me nos teus beijos, nos teus sussurros,
Nas tuas palavras,
No teu mar de carícias e amor sem fim

Pra sempre quero refugiar-me em teus abraços e ouvir-te me chamando de teu passarinho

domingo, 4 de março de 2012

Esses raios de sol fazem arder meus olhos lacrimejados.

Irrito-me com a facilidade em que as palavras saem da minha mente. Elas dançam, cantam, fazem-me chorar e quando busco o papel e a caneta para não as perder, elas fogem.
Muito traçoeiras essas palavras, na verdade, essas ideias, esses sentimentos; eram eles há um segundo me causando revoltas, crises, tristezas, sofrimentos, amor, choro, escrevendo textos e melancólicas poesias, e agora, onde estão? Fugiram.
Assim, com o silêncio na mente, sem esses sentimentos, pensamentos, ideias, palavras, irrito-me. Parece que me sinto ainda mais sozinha. Mas... Oh, os passarinhos cantam; por que devo me irritar se essess fujões só me traziam angustias?

Os passarinhos cantam...
Eles voam felizes e sortudos no céu que hoje está tão... céu.